Foto de Luiz Prado
por Marcelo Ferraz
Nascida na Itália, Lina Bo Bardi desembarca no Brasil, na metade dos anos 1940, para dar início a uma sólida paixão pela terra e pela cultura brasileiras. É essa Lina que se pode considerar tropicalista... ou não? Neste artigo, o arquiteto Marcelo Ferraz, que durante vários anos foi colaborador da inquieta projetista, analisa as relações de Lina com o movimento que sacudiu a cena nacional na década de 1960 e percorre de forma resumida a trajetória da arquiteta, do Velho para o Novo Mundo, da cultura européia para a arte popular brasileira, das vanguardas racionalista e dadaísta às raízes da tropicália.
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Nascida na Itália, Lina Bo Bardi desembarca no Brasil, na metade dos anos 1940, para dar início a uma sólida paixão pela terra e pela cultura brasileiras. É essa Lina que se pode considerar tropicalista... ou não? Neste artigo, o arquiteto Marcelo Ferraz, que durante vários anos foi colaborador da inquieta projetista, analisa as relações de Lina com o movimento que sacudiu a cena nacional na década de 1960 e percorre de forma resumida a trajetória da arquiteta, do Velho para o Novo Mundo, da cultura européia para a arte popular brasileira, das vanguardas racionalista e dadaísta às raízes da tropicália.
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fonte:ARCOweb

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